Quem viver – verá. E as crianças e adolescentes atuais viverão – se Deus quiser.
A constitucionalidade afirmada da “Lei da Ficha Limpa”, ontem no Supremo Tribunal Federal, modifica – de fato – o país. Surge uma nova forma de democracia – um recado claro ao pretenso candidato de que, primeiro, ele deve resolver o seu problema com a Justiça – e somente depois, se ileso, poderá decidir sobre os outros, o coletivo. Somente NÃO queira cuidar da sociedade, quando houver dúvidas sobre sua moralidade.
No centro do debate, uma lei de iniciativa popular. No contexto, uma fissura na presunção de inocência, que nunca foi e nunca será absoluta. No meio de tudo, a Justiça dizendo o direito.
Otimismo demais…?? Pode ser. Precisamos acreditar no HUMANO.
Boa sorte, Brasil.
Em 16 de fevereiro de 2012, o Brasil pode ficar mais ético. Com a palavra final, o Supremo Tribunal Federal, e a validade da “Lei da Ficha Limpa” . Saiba mais, aqui
Mais um julgamento popular está no ar. Eloá está morta e o denunciado está no banco dos réus. No meio, três mulheres – a juíza, a promotora e a advogada, e mais sete jurados. Próximos, um público ávido e, longe, telespectadores também ávidos. Flashs, luzes, ações aqui e ali – e com direito a especialistas em direito criminal, entrevistas com psiquiatras e psicológos e imagens disto ou daquilo.
O projeto em 2012 tem planos – como sempre. O ECA deve chegar nas escolas, com uma abordagem diferente, de atitude. A semana de prevenção tem jeito de praça pública e movimentação de vários segmentos sociais. Vem concursos por aí; você sabe grafitar ou desenhar? Ah, não se esqueçam: o protagonismo do adolescente e jovem não sai de cena; ao contrário, deve ser intensificado.







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